Há mais de 20 anos, Patti White, da Califórnia, recebeu uma notícia que ao mesmo tempo a alegrou e a preocupou.
Sua filha, Lisa, anunciou que estava grávida.

Lisa havia sido diagnosticada com síndrome de Down — uma condição genética cromossômica que se manifesta em diferentes graus de limitações físicas e intelectuais.
No entanto, muitas pessoas esquecem que muitas pessoas com síndrome de Down podem cuidar de si mesmas, conseguir um emprego e levar uma vida independente.

A probabilidade de uma criança nascer de dois pais com síndrome de Down é menor do que em outros casais, já que homens com síndrome de Down raramente se tornam pais.
Quando Patti White soube do nascimento de seu neto, ficou muito surpresa, mas apoiou totalmente sua filha Lisa e a decisão dela de ter o bebê.

Aos 29 anos, Lisa tinha seu próprio apartamento e trabalhava em tempo integral em uma loja local da Goodwill.
Ela já vivia de forma independente há 11 anos.

Lisa também começou um relacionamento com um homem que tinha síndrome de Down.
Eles namoravam, mas viviam em casas diferentes.

Patti entendia que sua filha tinha um relacionamento saudável e maduro, e elas discutiam temas como controle de natalidade e relações pessoais seguras.
Hoje, o filho de Lisa, Nick, tem 24 anos.

Ele é um jovem bonito, criado por sua mãe e sua avó, que têm um enorme orgulho dele.
Ter filhos é um risco para todos, mas Lisa era especialmente vulnerável, em grande parte por causa da opinião das pessoas ao seu redor sobre sua decisão de se tornar mãe.

Algumas amigas de Lisa até pararam de falar com ela, porque os pais delas tinham medo de que o exemplo de Lisa influenciasse suas filhas e que elas também quisessem ter filhos.
Essa dupla de mãe e filho provou ao mundo, ao longo de décadas, o valor das pessoas com síndrome de Down.







