A saída de Meghan Markle e do príncipe Harry da vida real em janeiro de 2020 marcou o início de um relacionamento tenso com a família real.
Estabelecidos em Montecito, Califórnia, o casal agora leva uma vida muito diferente, focada na criação de seus dois filhos, Lilibet e Archie.

A decisão deles de falar publicamente, notadamente através da entrevista com Oprah e de projetos subsequentes, como uma série na Netflix e o livro de Harry, “Spare”, intensificou a disputa entre os Sussex e a família real.
O príncipe William e Kate Middleton evitaram responder publicamente, permanecendo na linha de frente contra as acusações do casal.
A especialista real Ingrid Seward sugere que Meghan Markle tem duas exigências, incluindo um “pedido de desculpas humilhante”, antes de considerar a reconciliação.
Ela enfatiza a posição do príncipe William, afirmando que ele requer um pedido de desculpas sincero de Harry pelos anos de desrespeito direcionados a ele e à princesa Diana.
Apesar de encontros familiares ocasionais, como o funeral da rainha Elizabeth II, as tensões persistem.
Tom Quinn, outro especialista real, duvida da possibilidade de reconciliação, citando a crença de Meghan de que Kate deveria tê-la apoiado mais durante seu tempo como membro atuante da realeza.
Desenvolvimentos recentes, como preocupações com a saúde de Kate Middleton, não facilitaram a reconciliação.
Embora tenha havido sugestões para uma reunião familiar conjunta, a relutância e as queixas de Meghan continuam a impedir o progresso.
A visita do príncipe Harry ao Reino Unido para o evento de aniversário dos Jogos Invictus pode proporcionar uma oportunidade de interação, mas as preocupações de Meghan com a segurança de seus filhos e as queixas não resolvidas representam obstáculos significativos.
A complexidade da disputa, juntamente com as exigências de desculpas de ambos os lados, sugere que a reconciliação entre os dois casais permanece incerta.







